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Hoje é Quarta-feira, 25 de Março de 2026.
Em Mato Grosso do Sul, cada minuto é decisivo para pacientes que aguardam transplantes de órgãos. Para acelerar a captação e transporte, o Governo do Estado, por meio da Coordenadoria de Transporte Aéreo (CTA), da Casa Militar e da Secretaria de Governo e Gestão Estratégica (Segov), mantém pilotos preparados para atuar em qualquer região do Brasil.
Na terça-feira (24), a equipe realizou a décima missão do ano, transportando fígado e rins de um doador de Dourados. Desde 2023, já foram realizadas 39 operações desse tipo, com órgãos oriundos de cidades como Goiânia, Três Lagoas, Belo Horizonte, Curitiba, Rio de Janeiro, Brasília e Rondônia.
(Foto: Saul Schramm/Secom-MS)
O coronel Marcos Paulo Gimenez, chefe da Casa Militar, destaca a importância do convênio: “Fazemos este trabalho sempre que estamos disponíveis, independentemente do dia ou horário, garantindo que órgãos compatíveis cheguem aos pacientes rapidamente”.
O médico Gustavo Rapassi, responsável pelo programa estadual de transplantes de fígado, rins e pâncreas, explica que o transporte aéreo amplia as chances de sucesso, especialmente em regiões distantes: “O apoio da Casa Militar permite captar órgãos em grandes distâncias, aumentando as possibilidades para pacientes que aguardam na fila”.
(Foto: Saul Schramm/Secom-MS)
Os pilotos, como o tenente Avyner Falcão e o delegado Enilton Zalla, atuam em operações iniciadas, em média, uma hora após o acionamento. “Cada voo exige organização e habilidade para garantir rapidez e segurança. É gratificante saber que nosso trabalho contribui diretamente para salvar vidas”, afirma Zalla, que atua em missões de transporte de órgãos há sete anos.
O programa ressalta ainda a importância da doação de órgãos. Zalla enfatiza: “Mesmo diante da perda de um familiar, pensar que alguém poderá ter uma segunda chance é essencial. Mais doadores significam mais vidas salvas”.
(Foto: Saul Schramm/Secom-MS)
O cirurgião Gustavo Rapassi reforça que o transporte rápido melhora os resultados dos transplantes e pode ser decisivo entre a vida e a morte de pacientes. Com informações: Agência MS GOV
