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Hoje é Quarta-feira, 11 de Março de 2026.
A pressão alta, também conhecida como hipertensão arterial, é uma doença crônica caracterizada pela elevação da pressão sanguínea nas artérias. Em adultos, é diagnosticada quando os valores medidos em consultório atingem ou superam 140 x 90 mmHg.
Na maior parte do tempo, a hipertensão não apresenta sintomas, o que faz com que muitas pessoas convivam com a condição por anos sem perceber. Quando não tratada, a doença aumenta significativamente o risco de complicações como infarto, acidente vascular cerebral (AVC) e insuficiência renal.
Sintomas
Embora geralmente silenciosa, a hipertensão pode causar alguns sinais em situações de pressão muito alta, como:
Dor de cabeça
Tontura
Visão embaçada
Falta de ar
Formigamento no corpo
Náuseas ou vômitos
Causas
A hipertensão está frequentemente associada a fatores como:
Consumo excessivo de sal
Sedentarismo
Sobrepeso
Estresse
Tabagismo
Histórico familiar de pressão alta
Em alguns casos, a pressão elevada pode estar relacionada a doenças renais ou alterações nos vasos sanguíneos. Além disso, a hipertensão pode surgir durante a gestação, exigindo acompanhamento médico rigoroso.
Controle da pressão arterial
O manejo da hipertensão envolve mudanças no estilo de vida e, quando necessário, o uso de medicamentos. Entre as principais recomendações estão:
Reduzir a ingestão de sal
Praticar atividades físicas regularmente
Manter peso saudável
Evitar álcool e tabaco
Realizar acompanhamento médico periódico
Medicamentos como diuréticos, losartana, captopril e amlodipina podem ser indicados quando alterações de hábitos não são suficientes para controlar a pressão.
Pressão alta na gravidez
Durante a gestação, a hipertensão precisa ser monitorada de perto, pois pode evoluir para pré-eclâmpsia, condição que oferece risco à mãe e ao bebê. O acompanhamento pré-natal é essencial para garantir a saúde materna e fetal. Com informações: Campo Grande News
