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Sargento vira réu após usar viatura oficial para encontro em motel durante horário de serviço

Militar teria deixado o posto alegando que sairia para comprar água, mas utilizou veículo da corporação para fins particulares.
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Viatura oficial utilizada pelo sargento teria sido desviada para encontro em motel durante horário de serviço (Reprodução/Redes Sociais). Por: Editorial | 05/03/2026 10:38

Um sargento da Polícia Militar tornou-se réu após ser denunciado por abandonar o posto de trabalho e utilizar uma viatura oficial da corporação para fins pessoais durante o horário de serviço. A acusação aponta que o militar teria deixado suas funções sob um pretexto falso e se deslocado até um motel para um encontro com uma acompanhante.

De acordo com as investigações, o caso ocorreu em setembro de 2024, quando o policial exercia a função de auxiliar de garagem, responsável pelo deslocamento de veículos para manutenção em oficinas da região. Conforme o inquérito policial militar, o sargento informou a um colega de equipe que se ausentaria por alguns minutos para comprar água. No entanto, em vez de retornar rapidamente ao trabalho, ele teria conduzido a viatura oficial por cerca de cinco quilômetros até um motel.

O episódio ganhou repercussão após a acompanhante registrar em vídeo a chegada do veículo caracterizado à garagem privativa da suíte. As imagens foram posteriormente publicadas nas redes sociais, o que contribuiu para a identificação do ocorrido e para o avanço das apurações.

A denúncia aponta que o militar pode ter cometido o crime de abandono de posto, caracterizado pelo afastamento do local de serviço sem autorização superior. Além disso, também foi apontado o possível crime de peculato-desvio, relacionado ao uso indevido de bem público e de combustível para atender a interesses particulares.

Com o recebimento da denúncia pela Justiça, o policial passou à condição de réu no processo. Caso seja condenado ao final da ação, poderá enfrentar pena de detenção e sanções administrativas, que podem incluir medidas disciplinares e até a exclusão dos quadros da corporação. Com informações: Bacci Notícias




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