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Hoje é Terça-feira, 03 de Março de 2026.
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (3), a Operação Decrypted II para combater uma quadrilha suspeita de fraudes eletrônicas em carteiras de criptoativos e lavagem de dinheiro com ramificações internacionais.
As investigações tiveram início após informações repassadas por uma agência dos Estados Unidos. A partir disso, a PF aprofundou as apurações ao longo de um ano e identificou pessoas envolvidas no furto de aproximadamente US$ 2,6 milhões em criptomoedas — cerca de R$ 13,75 milhões.
Segundo a investigação, parte dos suspeitos está no Brasil, com concentração no Maranhão. Os agentes também identificaram movimentações financeiras consideradas incompatíveis com a renda declarada pelos investigados.
De acordo com a PF, os envolvidos recebiam valores elevados por meio de provedoras de serviços de ativos virtuais, sem justificativa comercial ou transações legítimas que explicassem os recursos.
Durante a operação, foram cumpridos um mandado de prisão preventiva e um de busca e apreensão na cidade de Imperatriz. A Justiça também autorizou o sequestro de bens ligados aos investigados.
A medida busca interromper o fluxo financeiro do grupo e garantir eventual ressarcimento dos prejuízos causados pelas fraudes.
A Polícia Federal informou ainda que, mesmo após serem alvos de uma operação anterior, os suspeitos teriam continuado a realizar transferências dissimuladas de grandes quantias em criptoativos.
Nesta nova fase, o objetivo é aprofundar a identificação de outros envolvidos e rastrear o destino final dos valores desviados. Com informações: Bacci.
