|
Hoje é Sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2026.
Duas placas penduradas no alto de uma planta de aproximadamente três metros chamaram a atenção de moradores da Vila Bandeirantes nos últimos dias. Com as frases “Devolvam o cacto!” e “Roubaram! Filmei!”, o proprietário denunciou o furto de um dos galhos da espécie, que na verdade é uma euphorbia, frequentemente confundida com cacto.
A planta possui quatro grandes ramos, mas um deles foi cortado com cerca de um metro de extensão, deixando evidente o dano. O corte, reto e preciso, indica que o responsável utilizou algum instrumento apropriado para remover a parte da planta.
(Foto: Juliano Almeida)
O imóvel, localizado em uma esquina e cercado por jardim com diversas espécies ornamentais, não teve outras plantas afetadas. Segundo relatos de vizinhos, o autor do furto teria ignorado tanto as demais folhagens quanto as câmeras de segurança instaladas na região.
Um comerciante que mora próximo afirmou que o aviso rapidamente virou assunto na vizinhança. Embora alguns tenham encarado a situação com surpresa, ele destacou que a retirada da planta sem autorização configura atitude incorreta.
Mesmo que o ramo seja devolvido, não poderá ser reintegrado à estrutura original da euphorbia, podendo apenas ser utilizado como muda para cultivo. Até o momento, a proprietária do imóvel não se manifestou publicamente sobre o ocorrido.
De acordo com a Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998), destruir, danificar ou lesar plantas ornamentais em propriedade alheia pode resultar em detenção de três meses a um ano, além de multa. O caso serve de alerta para situações semelhantes, reforçando que a retirada de plantas sem autorização não é apenas desrespeito, mas também infração prevista em lei. Com informações: Campo Grande News
