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Hoje é Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2026.
Mato Grosso do Sul vai receber R$ 2,3 milhões do Ministério da Saúde para intensificar a vacinação de crianças e adolescentes com menos de 15 anos, especialmente no ambiente escolar. Em todo o país, o governo federal anunciou o repasse de R$ 150 milhões para fortalecer as campanhas de imunização nas instituições de ensino, com apoio do Programa Saúde na Escola.
Do total destinado ao Estado, R$ 363.284,96 ficarão sob responsabilidade do Governo de MS, enquanto o restante será dividido entre os 79 municípios. Campo Grande terá a maior parcela, com R$ 347.389,73, o equivalente a 14,9% do total encaminhado ao Estado. Depois da Capital, os maiores repasses serão destinados a Corumbá, Dourados, Três Lagoas, Aquidauana e Ponta Porã.
O valor será pago em parcela única aos fundos de saúde estadual e municipais ao longo de 2026. A iniciativa tem como meta ampliar a cobertura vacinal, reduzir o número de não vacinados e enfrentar possíveis emergências sanitárias que impactem a imunização.
Segundo o Ministério da Saúde, os recursos poderão ser aplicados em quatro frentes principais: vacinação nas escolas, com integração entre equipes de saúde e educação; atualização das cadernetas de vacinação; campanha contra a gripe (influenza); e reforço da imunização em situações de alerta epidemiológico.
A mobilização nas escolas será voltada prioritariamente a estudantes da educação infantil e do ensino fundamental da rede pública ou de instituições que recebam recursos públicos, podendo também alcançar escolas privadas. As ações deverão seguir o Calendário Nacional de Vacinação e as diretrizes do Programa Nacional de Imunizações. Estados e municípios precisarão comprovar a aplicação dos recursos.
A campanha nacional está prevista para ocorrer entre abril e maio e vai disponibilizar vacinas como febre amarela, tríplice viral, tríplice bacteriana (DTP), meningocócica ACWY e HPV.
Entre outubro e novembro, haverá uma mobilização específica para atualização das cadernetas de vacinação. A meta do governo federal é diminuir o número de crianças e adolescentes com doses em atraso e evitar o retorno de doenças já controladas no país. Com informações: Campo Grande News.
