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E-mail divulgado pela Justiça dos EUA afirma que Epstein ordenou enterro de garotas perto de rancho

Mensagem atribuída a ex-funcionário relata mortes de jovens estrangeiras e integra nova leva dos chamados Arquivos Epstein.
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Jeffrey Epstein em imagem de arquivo divulgada pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos no contexto dos Arquivos Epstein (Foto: Departamento de Justiça dos EUA) Por: Editorial | 06/02/2026 10:10

Um e-mail divulgado pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos afirma que Jeffrey Epstein teria ordenado o enterro de duas jovens estrangeiras nas proximidades de seu rancho, localizado no estado do Novo México. A mensagem faz parte de documentos incluídos na mais recente divulgação dos chamados Arquivos Epstein, tornados públicos no fim de janeiro.

De acordo com o conteúdo do e-mail, o autor da mensagem diz ter trabalhado no rancho de Epstein e afirma que “viu de tudo” durante o período em que esteve no local. No texto, ele alega que as duas jovens teriam morrido após sofrerem violência e que a ordem para ocultar os corpos teria partido de Epstein e de “Madam G”, referência atribuída a Ghislaine Maxwell, ex-companheira do financista, atualmente condenada por crimes relacionados ao caso.

O remetente afirma ainda que retirou materiais da residência de Epstein como uma forma de proteção pessoal, caso viesse a enfrentar processos judiciais no futuro. Na mensagem, são citados vídeos com descrições de conteúdo ilegal envolvendo menores de idade. O e-mail foi enviado inicialmente em novembro de 2019 a um homem identificado como Eddy Aragon e, posteriormente, encaminhado ao FBI.

No texto, o autor solicita o pagamento de 1 bitcoin em troca do envio do material, que, segundo ele, seria entregue de forma anônima em um dispositivo físico após a confirmação do pagamento. As autoridades norte-americanas não informaram se houve transação ou se o conteúdo chegou a ser entregue.

O e-mail integra a última leva de documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA em 30 de janeiro. Ao todo, já foram tornadas públicas mais de 3,5 milhões de páginas, além de milhares de vídeos e imagens relacionados às investigações sobre Epstein. Os arquivos reúnem materiais provenientes de processos judiciais na Flórida e em Nova York, investigações contra Ghislaine Maxwell, apurações sobre a morte de Epstein e inquéritos conduzidos pelo FBI e pelo Gabinete do Inspetor Geral. Com informações: Metropoles




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