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Jogo de investigação criminal vira febre e rende R$ 100 mil por mês a casal brasileiro

Com investimento inicial de R$ 10 mil, empreendedores criam experiência imersiva com dossiês, pistas e um “delegado virtual”, conquistando fãs em todo o país.
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Casal criador de jogo de investigação criminal comemora sucesso do negócio, que já fatura cerca de R$ 100 mil por mês (Foto: TV Globo/Reprodução) Por: Editorial | 30/01/2026 07:29

A paixão por mistérios e histórias policiais levou um casal brasileiro a transformar um hobby em um negócio lucrativo, que hoje fatura cerca de R$ 100 mil por mês. Os criadores desenvolveram um jogo de investigação criminal que simula casos reais, com documentos, dossiês, pistas e um sistema interativo para auxiliar os jogadores na resolução dos crimes.

A ideia surgiu de forma inusitada, a partir de um pedido de namoro que foi transformado em um desafio investigativo. O criador do jogo montou uma narrativa com enigmas e pistas que conduziam a um desfecho romântico, experiência que acabou inspirando o desenvolvimento do primeiro protótipo comercial.

Apaixonados por jogos de tabuleiro e experiências imersivas, o casal percebeu a falta de opções semelhantes no mercado brasileiro e decidiu criar um produto próprio. O projeto inicial contou com um investimento de aproximadamente R$ 10 mil e passou por uma extensa fase de testes com amigos, familiares e voluntários, envolvendo mais de 40 pessoas para calibrar o nível de dificuldade e garantir uma experiência acessível para diferentes faixas etárias.

O objetivo sempre foi desenvolver um jogo inclusivo, capaz de reunir crianças, adultos e idosos em torno de uma mesma atividade, estimulando raciocínio lógico, interpretação de pistas e trabalho em equipe.

A dinâmica do jogo envolve o envio de envelopes recheados de materiais que simulam investigações reais, como jornais fictícios, depoimentos, relatórios, cadernos de suspeitos e outros documentos. Cada detalhe é produzido manualmente, com foco em realismo e imersão. Os jogadores assumem o papel de detetives e precisam analisar as informações para descobrir o autor de crimes fictícios, como assassinatos, roubos ou golpes.

Para auxiliar na resolução dos casos, o jogo conta com um “delegado virtual”, uma inteligência artificial que interage por meio de aplicativo de mensagens. Esse personagem valida respostas, oferece orientações e ajuda os jogadores quando eles se sentem perdidos durante a investigação, funcionando como um guia dentro da narrativa.

O crescimento das vendas foi rápido. No início, eram comercializadas cerca de duas unidades por dia. Atualmente, o negócio vende aproximadamente 80 jogos diariamente, com preços a partir de R$ 54,90. O faturamento mensal alcança cerca de R$ 100 mil, consolidando o projeto como um case de sucesso no setor de entretenimento e jogos.

Outro diferencial do produto é o foco em narrativas ambientadas no Brasil, com personagens, cenários e contextos culturais que aproximam o público da história. A proposta é oferecer uma experiência envolvente, desde a qualidade do material impresso até o impacto emocional gerado durante a investigação. Com informações: g1




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