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Arquiteta morta em São Paulo havia denunciado histórico de violência e ameaças do ex-companheiro

Jovem de 29 anos estava desaparecida havia três meses; suspeito foi preso, admitiu o crime e apontou onde o corpo foi enterrado.
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Fernanda Silveira de Andrade, de 29 anos, estava desaparecida desde outubro de 2025 (Foto: Reprodução/Redes sociais). Por: Editorial | 27/01/2026 13:26

A arquiteta Fernanda Silveira de Andrade, de 29 anos, encontrada sem vida em uma região de mata na capital paulista, convivia há anos com um cenário de violência doméstica. Antes do assassinato, ela havia registrado diversas ocorrências contra o ex-namorado, apontado como o autor do crime, que acabou preso e confessou o homicídio.

O corpo foi localizado após a detenção do suspeito no bairro de Marsilac, na zona sul de São Paulo. Conforme a polícia, ele foi abordado após uma denúncia e, durante a ação, indicou o local onde a vítima havia sido enterrada. No momento da prisão, os agentes também apreenderam uma arma de fogo e munições.

Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública, o caso foi registrado como feminicídio, além de incluir ocorrências por violência doméstica e posse irregular de arma. A jovem estava desaparecida desde outubro de 2025, quando familiares perderam contato com ela.

Registros policiais mostram que Fernanda procurou as autoridades em diversas ocasiões para relatar agressões físicas e ameaças recorrentes. Em depoimento formal, a arquiteta afirmou que vivia sob intimidações constantes e demonstrava medo de encerrar definitivamente o relacionamento.

Um episódio grave, ocorrido em 2023, levou a vítima a ser socorrida após sofrer um ataque violento. Ela sobreviveu após atendimento médico, enquanto o agressor deixou o local. Mesmo após o ocorrido, o relacionamento foi retomado e o casal passou a viver na capital paulista.

Após a prisão, o suspeito passou por audiência de custódia, ocasião em que a prisão foi mantida. Ele foi assistido pela Defensoria Pública. A Polícia Civil segue com as investigações para a conclusão do inquérito. Com informações: G1.




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