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Homem é preso após matar esposa em Macapá e alega disparo acidental

Crime ocorreu dentro do comércio do casal; polícia investiga o caso como feminicídio e aponta histórico de ciúmes como possível motivação.
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O homem conversou com a irmã da vítima pouco antes do crime (Foto: Reprodução/Redes Sociais) Por: Editorial | 27/01/2026 10:23

Um homem de 50 anos foi preso em flagrante após matar a própria esposa, de 30 anos, com um tiro na cabeça, em Macapá, no Amapá. O crime aconteceu na tarde de domingo, 25 de janeiro de 2026, dentro do estabelecimento comercial pertencente ao casal.

A vítima, Benedita Barroso, também conhecida como Paula Barroso, era enfermeira e conhecida na comunidade por ter representado seu bairro em concursos locais de beleza no fim de 2025. Ela deixou dois filhos, de 10 e 7 anos.

De acordo com a Polícia Civil, o suspeito era conhecido por comportamento ciumento e teria acusado a esposa de manter um relacionamento extraconjugal pouco antes do crime. Segundo a delegada responsável pela investigação, a irmã da vítima tentou contato telefônico momentos antes do ocorrido, mas quem atendeu foi o marido, que afirmou suspeitar de traição. Posteriormente, a vítima retornou a ligação e disse que pretendia se deslocar até a casa da irmã, o que não chegou a acontecer.

Após o disparo, o homem fugiu do local, mas foi localizado e preso no mesmo dia. Em depoimento inicial, ele alegou que o tiro foi acidental. A arma utilizada no crime não possuía registro legal.

O caso está sendo investigado como feminicídio. A identidade do suspeito não foi divulgada pelas autoridades, e a defesa ainda não se manifestou publicamente.

Em nota, o Conselho Regional de Enfermagem do Amapá lamentou a morte da profissional e destacou que casos de violência contra mulheres refletem um problema estrutural que envolve desigualdade e violência de gênero.

As autoridades reforçam a importância da denúncia em casos de violência doméstica. Situações de agressão podem ser comunicadas pelo telefone 190, pelo canal 180 da Central de Atendimento à Mulher, ou por outros serviços oficiais de proteção aos direitos humanos. Com informações: Banda B




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