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Governo Trump divulga nova Estratégia Nacional de Defesa que redefine prioridades militares dos Estados Unidos

Documento do Pentágono coloca ênfase na defesa do território norte-americano e do Hemisfério Ocidental e pede que aliados assumam maior responsabilidade pela própria segurança.
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Secretário de Defesa dos Estados Unidos apresenta a nova Estratégia Nacional de Defesa de 2026, que prioriza a segurança do território norte-americano e a responsabilidade dos aliados pela própria proteção (Foto: reprodução/Agência de notícias). Por: Editorial | 26/01/2026 13:27

O governo dos Estados Unidos publicou a nova Estratégia Nacional de Defesa para 2026, um documento que estabelece as diretrizes militares e de segurança para os próximos anos sob a administração do presidente Donald Trump. A estratégia marca uma mudança significativa em relação às prioridades anteriores, focando na proteção do território americano e na capacidade de reagir a ameaças no Hemisfério Ocidental.

Entre os principais pontos do novo plano está a priorização da defesa da pátria norte-americana e de interesses estratégicos como o Canal do Panamá, a Groenlândia e o Golfo da América, além de aumentar esforços de combate ao narcotráfico e bloquear a influência de rivais geopolíticos como China e Rússia na região. Em casos de falta de cooperação de países vizinhos com esses objetivos, o governo não descarta o uso de ação militar.

A estratégia também redefine o papel dos aliados tradicionais, como os países da Europa e da Ásia, incentivando-os a assumir maior responsabilidade pela própria defesa e reduzindo o nível de apoio militar direto dos Estados Unidos. O documento critica a dependência prolongada de forças americanas e propõe que parceiros assumam papéis mais centrais na segurança regional.

Outra mudança é a abordagem em relação à China, que não é apresentada como inimiga declarada, mas sim como potência que precisa ser dissuadida de dominar a região do Indo-Pacífico por meio da força e da capacidade militar. A estratégia enfatiza cooperação diplomática e comercial, além de diálogo militar, em vez de confrontação aberta.

O novo documento tem gerado reações entre aliados dos EUA. Países europeus e asiáticos observam as mudanças com preocupação, especialmente no que diz respeito à redução de apoio militar e à expectativa de que assumam maior parte da própria segurança. Com informações: Dourados News




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