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Hoje é Quarta-feira, 14 de Janeiro de 2026.
Na madrugada deste sábado, 3 de janeiro de 2026, o governo dos Estados Unidos confirmou oficialmente que realizou um ataque militar de grande escala contra a Venezuela, incluindo fogo de artilharia e bombardeios na capital, Caracas, e em áreas circunvizinhas, como os estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Segundo declarações do presidente norte-americano, Donald Trump, o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados por forças especiais dos EUA e retirados do território venezuelano por via aérea durante a operação.

Explosão ilumina o céu de Caracas durante a madrugada, após ataque militar que atingiu áreas estratégicas da capital venezuelana, com chamas visíveis ao longe entre prédios residenciais (Foto: reprodução/redes sociais).
Trump divulgou a informação em suas redes sociais, classificando a ação como bem-sucedida e afirmando que ela foi realizada em conjunto com as forças de segurança dos Estados Unidos. Ele anunciou que mais detalhes seriam apresentados em uma coletiva de imprensa em Mar-a-Lago mais tarde no dia.
Explosões foram ouvidas em Caracas na madrugada, provocando fumaça e pânico entre os moradores, enquanto o governo venezuelano denunciou o ataque como uma agressão militar e decretou estado de emergência em todo o país, mobilizando as forças armadas para resistir ao que chamou de ofensiva imperialista. Autoridades de Caracas afirmaram que ainda não sabiam o paradeiro oficial de Maduro e da primeira-dama após a operação e exigiram a apresentação de prova de vida por parte dos Estados Unidos.
O ataque marca uma escalada significativa nas tensões entre os dois países, que vinham aumentando nos últimos meses diante da política americana de pressão contra o governo venezuelano, incluindo ações militares sob o pretexto de combate ao tráfico de drogas e sanções econômicas amplas. Diversos países e organizações regionais reagiram com críticas à intervenção, enquanto a situação no terreno segue volátil com relatos de confrontos e impacto nas infraestruturas civis e militares da Venezuela. Com informações: CNN/ VEJA/ Terra
