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Rede oncológica de Mato Grosso do Sul concentra quase totalidade dos atendimentos em unidades especializadas do SUS

UNACON respondem por 99% da produção oncológica no estado e reforçam modelo regionalizado de atenção coordenado pela Secretaria de Estado de Saúde.
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Atendimento oncológico em unidade especializada do SUS em Mato Grosso do Sul, onde se concentram 99% dos procedimentos no estado (Foto: Bruno Rezende). Por: Editorial | 29/12/2025 13:29

A assistência oncológica em Mato Grosso do Sul está estruturada de forma regionalizada e integrada, com foco na ampliação do acesso, na continuidade do tratamento e na integralidade do cuidado às pessoas com câncer. Coordenada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), a rede estadual concentra os atendimentos em unidades altamente especializadas do Sistema Único de Saúde (SUS), em conformidade com as diretrizes da política nacional de saúde.

Dados oficiais dos sistemas SIA/SIH-SUS referentes à produção ambulatorial e hospitalar em oncologia em 2025 indicam que as Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (UNACON) são responsáveis por 99% de toda a produção oncológica registrada no estado. Os demais hospitais respondem por apenas 1% dos atendimentos, com atuação limitada principalmente a cirurgias oncológicas, o que evidencia o papel central das unidades especializadas na estrutura da rede.

Entre as UNACON, o Hospital do Câncer de Campo Grande – Alfredo Abrão lidera o volume de atendimentos, com 17.325 procedimentos realizados, o equivalente a 36% da produção estadual. Na sequência aparecem o Hospital Cassems – Unidade Dourados, com 20%, a Santa Casa de Campo Grande e o Hospital Regional de Mato Grosso do Sul, ambos com 16%. O Hospital Nossa Senhora Auxiliadora, de Três Lagoas, responde por 7% dos atendimentos, enquanto a Santa Casa de Corumbá representa 3% da produção oncológica no estado.

As informações são parciais e correspondem ao período até outubro de 2025, contemplando procedimentos dos subgrupos de tratamento e cirurgia em oncologia, com base nas Autorizações de Procedimentos de Alta Complexidade (APACs), utilizadas pelo Ministério da Saúde para monitoramento da produção oncológica no SUS.

Para a gerente de Atenção à Oncologia da SES, Michele Martins, os dados demonstram a consolidação de um modelo de cuidado baseado na organização em rede e na integração entre serviços especializados. Segundo ela, a atuação articulada das UNACON é fundamental para garantir acesso ao diagnóstico, ao tratamento e à continuidade do cuidado, assegurando um atendimento mais resolutivo e humanizado à população. Com informações: Agência MS GOV 




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