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Hoje é Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2026.
Conhecida como “gripe K”, a doença é causada por uma variante do vírus influenza A (H3N2) e, na maioria dos casos, apresenta sintomas semelhantes aos da gripe comum. Febre alta, tosse, dor no corpo, dor de garganta, coriza, cansaço intenso, dor de cabeça e mal-estar estão entre as manifestações mais frequentes. Embora geralmente tenha evolução leve, a infecção pode gerar complicações, especialmente em pessoas pertencentes a grupos de risco.
A transmissão ocorre da mesma forma que outras gripes, principalmente por meio de gotículas liberadas ao falar, tossir ou espirrar, além do contato com superfícies contaminadas seguido do toque nos olhos, nariz ou boca. Nos quadros leves, a recomendação é repouso, ingestão adequada de líquidos e uso de medicamentos para controle da febre e da dor, sempre com orientação médica. Evitar contato com outras pessoas e utilizar máscara ao sair de casa também são medidas importantes para reduzir a propagação do vírus.
Em alguns casos, especialmente entre pacientes mais vulneráveis, o médico pode indicar o uso de antivirais, como o oseltamivir, que apresenta melhores resultados quando administrado logo no início dos sintomas. Crianças pequenas, idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas, como problemas respiratórios, cardíacos, diabetes ou imunossupressão, devem redobrar a atenção.
Sinais como falta de ar, dor no peito, confusão mental, sonolência excessiva, febre persistente, desidratação ou piora dos sintomas após um período de melhora indicam a necessidade de procurar atendimento médico imediato. Com informações: Campo Grande News
