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IVINHEMA decreta estado de calamidade pública após chuvas abrirem crateras e isolarem áreas rurais

Volume de água foi o maior registrado entre os municípios de Mato Grosso do Sul, causando destruição de estradas, danos em pontes e riscos a moradores.
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Crateras e danos estruturais provocados pelas chuvas levaram Ivinhema a decretar estado de calamidade pública (Foto: Ivinoticias). Por: Editorial | 19/11/2025 14:58

A Prefeitura de Ivinhema publicou nesta terça-feira (18) o Decreto nº 1.194/2025, declarando situação de calamidade pública após o período de fortes chuvas ocorrido entre os dias 5 e 17 de novembro. Segundo dados oficiais, o município registrou o maior volume de chuva entre as 79 cidades de Mato Grosso do Sul.

As precipitações intensas provocaram enxurradas, alagamentos, vendavais e diversos danos em áreas urbanas e rurais. Estradas foram destruídas, pontes tiveram cabeceiras danificadas e tubulações foram rompidas. Nas Glebas Ouro Verde e Azul, crateras se abriram nas vias, interrompendo o acesso e deixando moradores impossibilitados de circular com veículos.

Segundo o decreto, erosões já existentes foram agravadas pelo excesso de água, colocando em risco residências e áreas produtivas. Relatórios da Defesa Civil confirmam prejuízos materiais, ambientais, sociais e econômicos, justificando a declaração de calamidade pública, com classificação técnica COBRADE 1.3.2.1.4.

Com o decreto, todas as secretarias e órgãos municipais passam a atuar sob coordenação da Defesa Civil para ações emergenciais. O documento também autoriza a utilização de propriedades particulares em casos de iminente perigo, com garantia de indenização se houver danos. Permite ainda a convocação de voluntários, campanhas de arrecadação e a dispensa de licitações para bens, serviços e obras emergenciais, desde que concluídas em até 180 dias.

O município também solicitará o reconhecimento do estado de calamidade à Assembleia Legislativa, conforme previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal. A validade inicial do decreto é de 180 dias e segue para homologação parlamentar. Com informações: Ivinotícias




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