|
Hoje é Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2026.
Os trabalhos da Câmara Federal foram retomados com um clima de tensão que teve Mato Grosso do Sul no centro das atenções. Os deputados federais Camila Jara (PT) e Marcos Pollon (PL) se tornaram protagonistas de episódios de confusão que agora podem resultar em processos e até cassação de mandato.
Marcos Pollon é acusado por deputados governistas de se recusar a deixar a cadeira da mesa diretora durante a sessão, ato que motivou um pedido de suspensão de seis meses para ele e outros cinco parlamentares: Júlia Zanatta (PL-SC), Marcel van Hattem (PL-RS), Paulo Bilynskyj (PL-SP) e Zé Trovão (PL-SC).
Já Camila Jara enfrenta acusação do Partido Liberal, que alega que ela teria agredido o deputado Nikolas Ferreira (PL) com um golpe na região íntima, derrubando-o ao chão. A parlamentar nega e afirma que solicitou apoio da Polícia Legislativa e da Polícia de Mato Grosso do Sul após receber ameaças de morte nas redes sociais.
O cenário ganha peso político com a recente decisão do Conselho de Ética, que aprovou a representação para cassar o mandato de Glauber Braga (PSOL), acusado de agredir um integrante do MBL durante manifestação na Casa. O caso agora vai ao plenário, onde são necessários 257 votos para confirmar a perda do mandato.
Os processos contra Camila Jara e Marcos Pollon, caso sejam instaurados, seguirão trâmite semelhante: relatoria definida pelo presidente da Câmara, análise no Conselho de Ética e, se houver parecer pela cassação, julgamento final em plenário. Com informações: INVESTIGAMS.
