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Hoje é Domingo, 15 de Fevereiro de 2026.
A Coreia do Sul mergulhou em uma crise política de grandes proporções nesta semana, após o presidente Yoon Suk-yeol declarar lei marcial em rede nacional. A justificativa? Supostas conexões entre o líder da oposição e o ditador norte-coreano Kim Jong-un, em meio a uma escalada de tensões militares na fronteira entre os dois países.
A lei marcial, que transfere temporariamente o poder para os militares, trouxe restrições severas: proibição de protestos, limitações à liberdade de movimento e ocupação de áreas estratégicas pelas Forças Armadas. A medida provocou indignação e levou milhares de sul-coreanos às ruas em manifestações que rapidamente se tornaram confrontos diretos com soldados.
O Partido Democrata, principal força de oposição, reagiu com rapidez e convocou uma sessão emergencial no Parlamento durante a madrugada. O decreto foi derrubado por unanimidade, com 190 votos contra.
No cenário internacional, o episódio expõe a crescente polarização política, enquanto as rivalidades globais entre blocos como China, Rússia e Coreia do Norte versus EUA, OTAN e Coreia do Sul continuam a crescer, influenciando dinâmicas locais e regionais.
