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Hoje é Domingo, 15 de Fevereiro de 2026.
Na última semana, uma reunião entre o ex-governador Reinaldo Azambuja, o atual governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, e o ex-presidente Jair Bolsonaro, teria sido realizada em Brasília. A informação foi confirmada por uma fonte próxima, que relata que o encontro aconteceu no escritório de Bolsonaro, onde Azambuja participou remotamente devido a um compromisso de lazer no momento. Durante o encontro, o futuro político dos dois líderes tucanos foi discutido, com ambos planejando migrar para o PL a partir de 2025.
A aliança entre o PL e o PSDB em Mato Grosso do Sul, que ganhou força durante as eleições municipais deste ano, reforça essa movimentação. Rogério Marinho, senador do PL, teria sido o principal articulador desse acordo, com o objetivo de garantir a maior bancada possível de senadores e deputados federais nas eleições de 2026. O futuro político de Azambuja, que planeja concorrer ao Senado, e de Riedel, que busca a reeleição, foi um dos pontos centrais discutidos, sinalizando uma mudança significativa no cenário político do estado.
Além das movimentações de Azambuja e Riedel, a reunião teria também abordado a saída de alguns deputados estaduais do PSDB, como a deputada Mara Caseiro, para disputar vagas na Câmara dos Deputados. Contudo, os deputados federais tucanos, Beto Pereira, Geraldo Resende e Dagoberto Nogueira, devem permanecer no PSDB, alinhados com suas convicções ideológicas. O movimento de migração para o PL fortalece ainda mais a aliança entre Bolsonaro e as principais lideranças do estado.
A composição política em Mato Grosso do Sul prevê que o MDB do ex-governador André Puccinelli e o PP sejam aliados no projeto de reeleição de Riedel e na candidatura de Azambuja ao Senado. Caso essa aliança se concretize, o PT não fará parte da administração de Riedel, o que poderá gerar mudanças no secretariado estadual e nos cargos de confiança ocupados por petistas, dando um novo rumo à política local. (Informações Correio do Estado)
