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Hoje é Quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2026.
O Departamento Federal de Investigação dos Estados Unidos (FBI) afirmou nesta segunda-feira (19) que possui evidências sólidas de que o Irã foi responsável por um ataque cibernético à campanha presidencial de Donald Trump em 10 de agosto. De acordo com a equipe de campanha do candidato, documentos foram comprometidos e vazados durante a invasão.
O ataque é visto como parte de um esforço mais amplo para interferir na política dos Estados Unidos e potencialmente influenciar o resultado das eleições. Esta é a primeira vez que o governo norte-americano atribui formalmente a responsabilidade por esses ataques, reacendendo preocupações sobre a interferência estrangeira no processo eleitoral americano.
Além do Irã, o FBI e outras agências federais destacaram que Rússia e China também continuam a representar grandes ameaças cibernéticas. As autoridades acreditam que o Irã, além de atacar a campanha de Trump, também tentou hackear a campanha presidencial de Kamala Harris. "Estamos observando uma atividade iraniana cada vez mais agressiva neste ciclo eleitoral, com operações de influência direcionadas ao público americano e ciberataques contra campanhas presidenciais", afirmou um comunicado conjunto do FBI, do Gabinete do Diretor de Inteligência Nacional e da Agência de Segurança Cibernética e de Infraestrutura.
A missão do Irã nas Nações Unidas negou as acusações, classificando-as como "infundadas e sem qualquer base factual". Segundo Teerã, o Irã não possui nem o interesse nem a intenção de interferir na eleição americana, desafiando os EUA a apresentar provas concretas.
