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Trump promete "maior operação de deportação da história dos EUA" se eleito

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Donald Trump aceitou formalmente a indicação do Partido Republicano para concorrer à Presidência | Flick Por: Editorial | 19/07/2024 09:06

Na noite de quinta-feira (19), durante a Convenção Nacional do Partido Republicano, o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou planos de realizar a "maior deportação da história do país" caso seja eleito em 2024. Trump, ao lado do senador de Ohio JD Vance, aceitou formalmente a candidatura à Casa Branca pela sigla.

"Temos uma crise de imigração ilegal. Uma invasão massiva em nossa fronteira sul que espalhou miséria, crime, pobreza, doenças e destruição para comunidades por todo o nosso país. Os imigrantes estão vindo de prisões e cadeias, de instituições mentais e asilos. Nós nos tornamos um lixão para o resto do mundo, que está rindo de nós", declarou Trump.

O ex-presidente mencionou que seu plano de deportação em massa será inspirado na operação Wetback, realizada pelo governo de Dwight Eisenhower em 1954, quando aproximadamente 1,3 milhão de migrantes indocumentados, principalmente mexicanos, foram deportados. Trump afirmou que pretende superar esses números, prometendo a maior deportação da história.

Além disso, Trump reafirmou seu compromisso com a construção do muro na fronteira entre os Estados Unidos e o México, visando solucionar a crise de imigração ilegal. "Vamos acabar com a crise da imigração ilegal fechando a nossa fronteira e terminando o muro, a maior parte do qual já construí. Vamos conter a invasão na nossa fronteira sul e faremos isso rapidamente", afirmou.

Crise Imigratória

Desde o final de 2023, a entrada de imigrantes ilegais nos Estados Unidos tem aumentado significativamente, especialmente pela fronteira com o México, considerada a rota terrestre mais morta do mundo. Milhões de pessoas atravessaram essa passagem, despertando a preocupação de prefeitos em todo o país, que apelaram por ajuda ao presidente Joe Biden.

Algumas autoridades estaduais, como no Texas, tomaram medidas próprias para lidar com a situação. O estado construiu uma barreira no Rio Grande, na fronteira sul, composta por bóias de 1,8 metro de altura, gerando um embate com Washington, que exigiu a remoção da barreira por ter sido instalada sem autorização.

Em junho, Biden anunciou um pacote para beneficiar cerca de 500 mil imigrantes que vivem ilegalmente no país, mas que são cônjuges ou filhos de cidadãos norte-americanos. A decisão veio poucas semanas após o presidente democrata limitar temporariamente a entrada de imigrantes pela fronteira com o México.




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