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Pacheco defende renegociação de dívidas de estados criticada por Haddad

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Emanuelle Menezes/SBT News Por: Editorial | 12/07/2024 17:01

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), defendeu nesta sexta-feira (12) o projeto de renegociação das dívidas dos estados, criticando os setores do mercado que, segundo ele, têm interesse em adquirir ativos estaduais "a preço de banana".

Pacheco instou o Ministério da Fazenda a desmentir as alegações falsas associadas ao projeto. O senador argumentou que tanto a pasta quanto o governo federal reconhecem que a dívida, nas condições atuais, é impagável. "Não podemos ser taxados de irresponsáveis fiscais," afirmou Pacheco. "Estamos fazendo algo muito equilibrado, do ponto de vista fiscal, e muito justo, do ponto de vista da federação."

A declaração do presidente do Senado sublinha a necessidade de uma abordagem justa e fiscalmente responsável para resolver o problema das dívidas estaduais, contrariando as críticas de que o projeto seria prejudicial à economia.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, participa de congresso da Abraji. | Emanuelle Menezes/SBT News

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), defendeu nesta sexta-feira (12) o projeto de renegociação das dívidas dos estados, criticando setores do mercado que, segundo ele, pretendem adquirir ativos estaduais "a preço de banana". Pacheco instou o Ministério da Fazenda a desmentir as alegações falsas associadas ao projeto, ressaltando que tanto a pasta quanto o governo federal reconhecem que a dívida é impagável nas condições atuais. "Não podemos ser taxados de irresponsáveis fiscais," afirmou Pacheco. "Estamos fazendo algo muito equilibrado, do ponto de vista fiscal, e muito justo, do ponto de vista da federação."

Mais cedo, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o projeto apresentado pelo Senado precisa ser revisado. Segundo o ministro, Pacheco concordou em abrir a possibilidade de ajustar o texto. "Combinamos de tentar sentar junto ao relator para ajustar o texto, inclusive porque o texto apresentado tem um impacto primário imediato nas contas primárias do governo federal, além da questão da trajetória da dívida," disse Haddad.

As declarações foram feitas durante uma sabatina no 19° Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), que está acontecendo esta semana em São Paulo.




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