| Naviraí/MS - Domingo, 21 de Julho de 2024

Saúde mental dos servidores estaduais de MS piora nos últimos cinco anos


(Foto: Governo de Mato Grosso do Sul) Por: Editorial | 08/07/2024 14:56

A saúde mental dos servidores estaduais de Mato Grosso do Sul apresentou uma piora significativa nos últimos cinco anos, conforme revela o último boletim do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest-MS), publicado em junho de 2024. O boletim, que analisa o período de 2019 a 2023, mostra que os casos de transtornos mentais notificados ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) aumentaram de 121 para 151, um crescimento de 26%.

O estudo aponta a pandemia de covid-19 como um fator determinante para o aumento desses registros. Os agentes comunitários de saúde foram os mais afetados, seguidos por assistentes administrativos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, agentes de saúde públicos e médicos veterinários.

Além dos servidores estaduais, outros setores também foram impactados. No comércio, operadores de caixa e faxineiros destacaram-se entre os mais afetados. No setor da educação, os auxiliares de desenvolvimento infantil foram os que mais sofreram com transtornos relacionados à saúde mental durante o período analisado.

Saúde mental dos servidores estaduais de MS piora; jovens e mulheres são os mais afetados

A saúde mental dos servidores estaduais de Mato Grosso do Sul deteriorou-se nos últimos cinco anos, conforme o boletim do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest-MS) divulgado em junho de 2024. O relatório, que analisa o período de 2019 a 2023, registrou um aumento de 26% nos transtornos mentais notificados ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), passando de 121 para 151 casos.

O impacto da pandemia de covid-19 foi um fator chave no aumento desses registros. Agentes comunitários de saúde foram os mais afetados, seguidos por assistentes administrativos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, agentes de saúde públicos e médicos veterinários.

Analisando por faixa etária, pessoas de 20 a 39 anos foram as que mais registraram casos no Sinan, totalizando 224 notificações. A faixa etária entre 40 e 59 anos foi a segunda mais afetada, com 205 casos notificados.

Em termos de gênero, as mulheres lideram com 359 casos. A microrregião de Três Lagoas apresentou o maior número de registros entre o sexo feminino, com 104 notificações.

Quanto à raça, a maior parte dos trabalhadores que notificaram transtornos mentais se autoidentificaram como brancos, com 207 casos, seguidos pelos autodeclarados pardos, com 180 notificações.

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