TERÇA-FEIRA, 23 DE ABRIL DE 2019
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19/03/2019 | Fonte: SULNEWS

Alvos de 50 tiros, um morre e um fica em estado grave

O atentado aconteceu na avenida Brasil, em Ponta Porã
Jorge Henrique morreu quando era atendido, em Ponta Porã. | Foto: DIVULGAÇÃO

Morreu na noite de ontem, no Hospital Regional de Ponta Porã, o piloto Jorge Henrique Fernandes de 26 anos. Ele foi atingido por vários disparos de uma arma automática quando trafegava pela avenida Brasil no centro de Ponta Porã em uma Hilux prata com placas de Ponta Porã quando homens armados atacaram.

Jorge Henrique e Emerson Mereles foram socorridos pelo Corpo de Bombeiros e pelo Serviço de Atendimento Médico de Urgência (samu) e levados em estado crítico para o Hospital Regional de Ponta Porã, onde Jorge morreu ao ser atendido. Ele já tinha sofrido outro atentado em Pedro Juan Caballero onde foi ferido sem gravidade. Ele estava em um Fiat Estrada que ficou crivado de bala.

Emerson continua sendo atendido e o estado de saúde dele não foi informado. Depois do acidente ele ligou para um amigo pedindo para que levassem a mãe dele até o local. Ele disse para um amigo identificado como Márcio que estava muito mal.

Populares disseram que foram disparados mais de 50 tiros contra os dois. Não há pistas dos atiradores que fugiram para o lado paraguaio da fronteira.

O ATENTADO

cUma amionete modelo Hilux, prata, em que seguiam alvo de aproximadamente 50 tiros, na noite de ontem, na avenida Brasil, em Ponta Porã. As informações preliminares são de que o homem que morreu era Jorge Henrique Fernandes, de 26 anos. Ele era suspeito de ser piloto do tráfico e ter relação com o narcotraficante brasileiro Jarvis Gimenes Pavão. Jorge era sobrevivente a um outro atentado, em Pedro Juan Caballero, no Paraguai.

A outra vítima do atentado é Emerson Mereles, de Coronel Sapucaia. Ele foi socorrido com vida, mas em estado grave pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e até a publicação da reportagem, não haviam sido divulgados mais detalhes sobre o seu quadro clínico.

Os dois seguiam na Hilux pela avenida Brasil, quando foram surpreendidos pelos atiradores, próximo ao edifício Itacolomi. Em grupo de WhaatsApp moradores relataram que o barulho dos tiros se assemelhou aos de metralhadora.Sinais da rajada de tiros ficaram por toda a lataria do veículo. (Foto: Direto das Ruas)

Sinais da rajada de tiros ficaram por toda a lataria do veículo

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