SEGUNDA FEIRA, 19 DE NOVEMBRO DE 2018
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16/08/2018 | Fonte: ASSESSORIA E COMUNICAÇÃO

Existe a possibilidade de rejeição do implante dentário?

Foto: Reprodução

Existem muitas vantagens em colocar implante dentário, que agregam desde a saúde bucal até o bem-estar do paciente. Não é apenas repor um espaço vazio no sorriso, é também devolver a qualidade de vida de uma pessoa. Mas antes de aderir ao procedimento, muitos pacientes costumam ter dúvidas sobre a possibilidade de rejeição do implante, peça de titânio que substitui a raiz do dente. Será mesmo que o corpo humano pode reprovar a instalação deste material?

O PACIENTE PODE REJEITAR O IMPLANTE DENTÁRIO?

Com a evolução da odontologia, os implantes dentários são cada vez mais indicados como um dos principais tratamentos reabilitadores por melhorar bastante o desempenho estético e funcional dos pacientes. Por conta disso, o Dr. Giuliano explica que é comum muitas pessoas terem receio de um implante rejeitar. Porém, ela garante que não existe essa possibilidade. “O que ocorre, na verdade, são muitas complicações que podem acarretar ou favorecer a perda do implante devido à ausência de osseointegração, levando, consequentemente, ao insucesso do tratamento”, revela.

Mas o que é a osseointegração? É a união perfeita entre o osso do dente e o implante dentário. “Neste processo, ocorre um suporte estável, ausência de dor e inflamação, além da falta de mobilidade aparente de uma prótese sob cargas funcionais”, caracteriza. Ou seja, é a cicatrização que acontece após a implantodontia.

ENTENDA MELHOR COMO FUNCIONA!

O pino utilizado no tratamento normalmente é feito de titânio, um elemento biocompatível e que não ocasiona nenhuma rejeição pelo organismo do paciente. “Além de ser bem pesquisado e aceito na literatura, esse material é indicado para diversos tratamentos médicos, como a ortopedia, e odontológicos, no caso da implantodontia”, esclarece. Por isso, fique tranquilo e elimine a possibilidade do implante ser recusado pelo seu sorriso.

PROCURE UM BOM PROFISSIONAL E GARANTA UM ÓTIMO TRATAMENTO

Existem muitos fatores capazes de impedir o processo de osseointegração. Dentre eles, estão algumas doenças como diabetes e periodontite, casos de pacientes fumantes, falta de osso na região que recebeu o implante ou um diagnóstico incorreto e mal planejamento da cirurgia. Entretanto, tudo isso pode ser evitado com ajuda de um bom especialista. “É imprescindível que o profissional seja consciente e bem treinado para garantir e aumentar as chances de sucesso da cirurgia de implantes dentários”.

É POSSÍVEL PERDER O IMPLANTE?

 Atualmente, o índice de sucesso da implantodontia supera 98%. O número, apesar de bem alto, também deixa claro que existe a possibilidade, ainda que pequena, de que algo não saia como o esperado. "Os motivos podem ser, entre outros, por falta de estabilidade e aquecimento do tecido ósseo durante a instalação do implante. Ambos podem prejudicar a cicatrização e com isso levar à sua perda”, esclarece.

OS RISCOS

Tudo deve ser levado a sério em todas as etapas. O especialista explica que contaminações e infecções são ameaças tanto durante quanto após o procedimento e, por isso, devem ser combatidas com cuidados redobrados. “Se as suturas abrirem dias depois da cirurgia, por exemplo, o especialista deve ser comunicado imediatamente, já que infiltrações bacterianas locais e infecções são riscos reais”, ressalta.

Na relação de riscos, no entanto, é possível tirar uma preocupação da lista: se existe algum temor quanto a rejeição do corpo ao implante dentário, tranquilize-se com a notícia de que o material utilizado é biocompatível, confeccionado em titânio com alto grau de pureza e, portanto, bem recebido pelo organismo.

PREVINA-SE DE PROBLEMAS

É importante lembrar que a prevenção começa ainda antes da cirurgia. No consultório, por exemplo, todo material usado deve ser esterilizado. O paciente também faz sua parte usando medicamentos que agem diretamente na gengiva e mucosas, mas sempre com a orientação do profissional. Esse procedimento é importante para que nenhuma contaminação aconteça e surpresas desagradáveis sejam evitadas.

Já no pós-operatório, o dentista ainda reforça a importância do uso correto de antibióticos, anti-inflamatórios e analgésicos. Outro detalhe essencial é fazer sempre uma boa higiene e deixar a boca livre de perigos durante a cicatrização. Por fim, vale reforçar: o bom resultado depende um pouco de cada parte envolvida, por isso, siga todo o protocolo prescrito pelo profissional.

 

Dr. Giuliano Guilherme de Lima - CRO/MS - 3583

- Cirurgião Dentista

 - Especialista em Implantodontia

- Especialista  em Endodontia

- Especialista em Radiologia

- Pós graduado em Cirurgia

Tel: (67) 3461 3399

www.cliron.com.br

facebook/clinicacliron

 

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