SEGUNDA FEIRA, 16 DE JULHO DE 2018
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09/07/2018 | Fonte: CAMPO GRANDE NEWS

Thompson Flores cita advogado de Lula para manter petista preso

Presidente do TRF4 observou que deputados não compõem defesa de petista e que Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira já haviam pedido 'exclusividade'
Desembargador citou solicitação de Zanin para que só fossem analisados pedidos feitos pela defesa constituída pelo petista (Nacho Doce/Reuters)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não deixará a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde está preso desde o dia 7 de fevereiro, neste domingo (8). A decisão é do presidente do TRF (Tribunal Regional Federal) da 4ª Região, o desembargador Thompson Flores.

De acordo com o site O Globo, Thompson afirmou que o caso compete mesmo ao relator do processo, Gebran Neto, e não ao plantonista Rogério Favreto, que deferiu uma liminar, na manhã deste domingo, determinando que Lula fosse solto ainda hoje.

Para ele, a pré-candidatura de Lula não é um fato novo, como argumentou Favreto. "Rigorosamente, a notícia da pré-candidatura eleitoral do paciente é fato público/notório do qual já se tinha notícia por ocasião do julgamento da lide pela 8ª Turma desta Corte".

Na visão de Flores, não há como negar que o desembargador plantonista não tinha poder para esse tipo de decisão e que, portanto, a decisão do relator João Pedro Gebran Neto.deveria ser a definitiva.

Na decisão em que determinou a manutenção da prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na sede da Polícia Federal em Curitiba, o desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores questionou a atuação dos advogados que apresentaram o pedido de Habeas Corpus – os deputados petistas Wadih Damous (RJ), Paulo Teixeira (SP) e Paulo Pimenta (RS).

Ele observou que os três não integram a defesa técnica de Lula e acrescentou que, em outros habeas corpus apresentados por apoiadores do petista, os advogados Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira já haviam solicitado que só fossem analisados os pedidos feitos pelos dois.

“O requerente [Lula] expressamente não autoriza qualquer forma de representação judicial ou extrajudicial em seu nome, que não seja através de seus advogados legalmente constituídos para representá-lo e defender os seus interesses, constantes em instrumento de mandato anexo, salientando que somente esses são legalmente autorizados para tanto”, lembrou o desembargador, citando os advogados.

Com informações: Veja.com, Globo.com.

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