SEGUNDA FEIRA, 22 DE OUTUBRO DE 2018
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21/05/2018 | Fonte: G1

Dólar opera em queda com intervenção mais forte do BC

Foto: Reprodução

O dólar opera em queda nesta segunda-feira (21), depois de 6 altas consecutivas e após o Banco Central anunciar que vai aumentar a oferta de dólar e que poderá voltar a atuar no mercado de câmbio, se necessário.

Às 9h44, a moeda dos EUA caía 0,91%, a R$ 3,7070 na venda. 

O dólar iniciou o dia operando descolado do cenário externo, onde continuava avançando ante divisas fortes e de países emergentes, destaca a Reuters.

Na sexta-feira, o dólar encerrou a sessão cotado a R$ 3,7409 na venda, na maior cotação desde 16 de março de 2016 (R$ 3,7916). Na semana, a moeda acumulou alta de 3,88% e, no mês de maio, avançou 6,8% até sexta-feira. No acumulado de 2018, tem valorização de 12,9%.

O Banco Central realiza nesta quinta-feira leilão de até 4.225 contratos de swap cambial tradicional -- equivalente à venda futura de dólares - para rolagem do vencimento de junho. Também ofertará até 15 mil novos swaps, oferta maior do que a de até 5 mil contratos que vinha oferecendo nos últimos cinco pregões.

A moeda dos EUA vem subindo nas últimas semanas, com os investidores apostando que a taxa de juros nos Estados Unidos terá que subir mais vezes este ano para conter a inflação. Com taxas mais altas, o país se tornaria mais atraente para investimentos aplicados atualmente em outros mercados, como o Brasil, motivando assim uma tendência de alta do dólar em relação ao real.

Com a disparada do dólar, o Banco Central anunciou na sexta-feira que triplicará nesta segunda-feira a oferta de contratos de "swap cambial", que correspondem à venda de dólar no mercado futuro.

Até então, o BC vinha ofertando 5 mil contratos nos leilões de swap tradicional, realizados diariamente. A partir de agora, o valor ofertado passará de US$ 250 milhões para US$ 750 milhões. A expectativa é que, com a mudança, o montante negociado até o fim de maio passe de cerca de US$ 3 bilhões para US$ 6,5 bilhões.

Em nota, o Banco Central informou que leilões adicionais podem ser realizados em caso de mudança do cenário econômico. "O BC ressalta que os montantes das ofertas adicionais de swap poderão ser revistos e se reserva o direito de realizar atuações discricionárias, caso seja necessário", diz o texto.

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