DOMINGO, 23 DE SETEMBRO DE 2018
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25/04/2018 | Fonte: CAMPO GRANDE NEWS

Empresas questionam, emperram licitação e Capital continua sem radares

Equipamentos estão desativados há um ano e quatro meses e a concorrência já foi suspensa outras duas vezes
Avenida Afonso Pena, em frente à Cidade do Natal, homens trabalham na retirada de radar.(Foto: Saul Schramm/Arquivo).

A situação dos radares - desativados há um ano e quatro meses - segue indefinda. A prefeitura de Campo Grande suspendeu mais uma vez a licitação para escolha de empresa que fará a gestão dos radares fixos, lombadas, aparelho mistos (o “olho vivo” dos semáforos) e radar estático portátil (o radar móvel) por dois anos.

A abertura de proposta estava prevista para esta quarta-feira (dia 25). No entanto, a concorrência foi anulada temporariamente depois que empresas apresentaram impugnações, segundo informações da Central de Compras. Uma edição extra do Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande) de ontem (dia 24) também informou a suspensão do certame 001/2018.

Esta é a terceira vez que o município paralisa a licitação. A primeira também ocorreu por questionamentos de empresas e outra porque o TCE (Tribunal de Contas de MS) pediu algumas alterações, que foram feitas, segundo o diretor-presidente da Agetran (Agência Municipal de Trânsito), Janine de Lima Bruno, em entrevista em março.

Ainda de acordo com a Central de Compras, a decisão de anular ocorreu em virtude do volume de recursos - não foi especificado quantos nem o conteúdo. A prefeitura não teria tempo hábil para responder a todos até a abertura das propostas, por isso a suspensão.

Licitação - Será contratada empresa para prestar “serviço contínuo de gerenciamento dos equipamentos registradores de infrações de trânsito, com registro de imagens, do tipo automático e sensores não intrusivos, radar estático portátil, câmeras para fiscalização por videomonitoramento e talonários eletrônicos de infração nas vias”. O valor da licitação não foi informado.

Os 66 radares fixos e lombadas foram desativados em dezembro de 2016, quando venceu o contrato com a Perkons. Já o “olho vivo”nos semáforos deixou de funcionar em abril de 2016. O dispositivo fiscaliza avanço de sinal vermelho, parada sobre a faixa de pedestre e velocidade. Eram 106 faixas de rolamento com essa modalidade de controle.

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