SEXTA-FEIRA, 17 DE NOVEMBRO DE 2017
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01/06/2017 | Fonte: REDAÇÃO

Pesquisa eleitoral indica que Paulo Mello pode ser eleito para prefeito de Tacuru

Foto: Divulgação

No próximo domingo os 7.118 eleitores de Tacuru irão votar em 22 seções eleitorais, para escolher o seu novo prefeito, na eleição suplementar marcada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MS). Na eleição de chapa majoritária, a chapa favorita que desponta na preferência do eleitorado é a da dupla Paulo Melo (PP) para prefeito e Daina Pedrotti (PTdoB) para vice.

A pesquisa de intenção de votos registrada sob o número MS-04548/2016 revela que em segundo lugar pode ficar a chapa do PMDB, encabeçada Carlinhos Pelegrini para prefeito, tendo como companheiro o seu vice o Doutor Marcelo, que teriam 32% dos votos contra 48% declarados para Paulo Mello e Daiana Pedrotti. A mesma pesquisa revela que há 16% de indecisos e que os votos nulos e brancos totalizam 4%.      

Pelo menos é o que revela a pesquisa de intenção de votos feita por amostragem, pela empresa Ângulo Pesquisa, feita entre os dias 27 e 28 de maio, registrada no Tribunal Regional Eleitoral, após entrevistas serem feitas com 200 eleitores, com nível de confiança de 95% e margem de erro de 6,8% para mais ou para menos. Se for computados apenas os votos válidos, de acordo com a Ângulo Pesquisa, a vitória seria de Paulo Mello (PP) / Daiana Pedrotti (PTdoB), com 60% contra 40%  de seu adversário.

A eleição suplementar para os cargos de prefeito e vice-prefeito de Tacuru será realizada neste domingo, dia quatro de junho. A Resolução que estabelece instruções e o calendário eleitoral foi aprovada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE/MS).

Uma nova eleição será realizada porque, porque foi anulada a eleição municipal de 2016, na qual houve a vitória de Claudio Rocha Barcelos e Adailton de Oliveira, candidatos a prefeito e vice, que obtiveram o maior número de votos. No entanto, chapa estava com registro de candidatura indeferido e com recurso judicial em tramitação, sendo os votos computados como nulos.

No dia três de abril, uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tornou definitivo o indeferimento do registro de candidatura de Adaiton ao cargo de vice e, com isso, votos computados como nulos no dia da eleição também tornaram-se definitivos, sendo necessário novo pleito.

 

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